Início
Implantação de autocontrole em indústrias de alimentos PDF Imprimir E-mail
Qui, 28 de Julho de 2016 13:58

A segurança, no que tange à qualidade dos alimentos processados, é de suma importância para que se possa dar garantias quanto à inocuidade em relação à saúde da população. Alcançando essa segurança, torna-se admissível a ampliação do mercado, proporcionando até mesmo galgar espaço para a exportação. Para se conseguir alimentos seguros e de qualidade, diversos fatores estão envolvido: a qualidade da matéria-prima, a arquitetura dos equipamentos e das instalações, as condições higiênicas do ambiente de trabalho, as técnicas de manipulação dos alimentos, a saúde dos funcionários. Assim, há necessidade de serem consideradas todas as ferramentas de qualidade que a legislação disponibiliza para a indústria alimentícia.

 

Ponto muito importante, é a indústria implantar e manter os programas que garantam os controles preventivos e corretivos, de modo a produzir alimentos que estejam em aderência aos requisitos legais pertinentes. Dentro destra premissa, há todo um arcabouço documental exigido pelos órgãos de fiscalização.

De modo geral, as enfermidades e perigos que podem ser veiculados em alimentos são mais impactantes em produtos de origem animal, que possuem características nutricionais muito importante para os humanos e diversos mamíferos. Com isto, os controles também são mais severos nestas cadeias, demandando mais esforções dos envolvidos.

 

Em relação às legislação todas as Indústrias produtoras de alimentos, fundadas antes de 2009, ganharam um prazo de dois anos para se adequarem ao Ofício Circular DILEI/CGI/DIPOA nº. 7, de 11 de Setembro de 2009, denominado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (MAPA) como Programa de Autocontrole (PAC).

 

Esse programa permite o estabelecimento de rotinas de fiscalização, por parte do controle de qualidade interno da indústria e a fiscalização in loco dos procedimentos, durante auditorias realizadas pelos órgãos de fiscalização, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), utilizando as ferramentas de verificação estabelecidas pelas circulares 175 e 176/2005/CGPE/DIPOA, do mesmo modo, por meio da junção dos documentos considerados nas normativas citadas (Portarias 368/97, 46/98 e Resolução 10/2003).

Os documentos devem ser descritos e implantados, e são denominados Elementos e Inspeção e constituem o Programa de Autocontrole das empresas e, como regra para correta Implantação e Manutenção deste programa, são necessárias à inspeção do processo e a revisão dos registros de monitoramento dos Elementos de Inspeção contemplados no PAC- Programa de Autocontrole.

 

A Ceres Qualidade já concebeu e implantou diversos programas de autocontrole em empresas de alimentos. Trabalhando em simbiose com o responsável técnico, permitiu que as indústrias de alimentos se mantivessem em seu status de fiscalização e melhorassem seu processo produtivo. Conheça mais sobre os programas de consultoria da Ceres Qualidade. Entre em contato e peça uma avaliação e orçamento.

 

Contate: diretoria@ceresqualidade.com.br

55 (41) 3359-1629

Av: Cândido de Abreu, 776, conj. 708. Centro Cívico, Curitiba

 

Última atualização em Qui, 28 de Julho de 2016 14:08
 


Another articles:

Powered By relatedArticle

CeresQualidade.com.br | Powered by Joomla!