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A indústria de carnes driblou a crise e fechou o ano na liderança da geração de empregos no Paraná em 2015. PDF Imprimir E-mail
Ter, 02 de Fevereiro de 2016 10:35

A indústria de carnes driblou a crise e fechou o ano na liderança da geração de empregos no Paraná em 2015. O abate de suínos, aves e outros pequenos animais encerrou o ano com um saldo positivo de 5.078 empregos no Estado. Os dados são do Cadastro de Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, que mede a diferença entre admitidos e demitidos no período.

Em segundo lugar no ranking ficou o setor de fabricação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo, com saldo de 2.453, seguido por atividades de teleatendimento (2.367), apoio à gestão de saúde (2.102) e fornecimento de gestão de recursos humanos para terceiros (1.373).

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Foto WG Carnes.

Impulsionado por novos investimentos e pelas exportações, os frigoríficos de frangos e suínos seguiram ganhando espaço mesmo com a desaceleração da economia brasileira. “O setor vem se beneficiando, no mercado interno, da substituição, por parte do consumidor, da carne bovina, que ficou mais cara. Nas exportações, por sua vez, a venda de cortes de frango e suínos tem sido alavancada pelo câmbio, com a supervalorização do dólar”, diz Suelen Glinski Rodrigues dos Santos, economista do Observatório do Trabalho da Secretaria estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social.

Última atualização em Ter, 02 de Fevereiro de 2016 10:56
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Menor consumo de carne pode piorar o aquecimento global PDF Imprimir E-mail
Seg, 01 de Fevereiro de 2016 08:25

Por Ciro Antonio Rosolem

 

Boa parte das emissões de gases de efeito estufa tem sido atribuída à pecuária. Na verdade os números chegam a 15% das emissões totais. Há gente que diz que a pecuária estaria emitindo mais que carros, caminhões e ônibus. Na verdade os dados são baseados em estimativas pontuais, sem levar em conta todo o processo produtivo. Por exemplo, se contabiliza quanto o boi emite, mas não se considera que o boi come capim que fixa carbono. E fixa bastante. Há muitos estudos demonstrando que simplesmente a melhoria da produtividade das pastagens tropicais resulta em maiores estoques de carbono no solo. Uma pastagem melhorada remove aproximadamente 1 tonelada de carbono da atmosfera por hectare por ano, quando comparada a uma pastagem degradada.

 

Muito bem, pastagem melhorada sequestra carbono, pastagem degradada emite carbono. Isso não é novo.

 

O que é novo está em um trabalho publicado na revista Nature Climate Change, em janeiro deste ano, por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, junto com pessoal da Embrapa. É o trabalho de tese de Rafael de Oliveira Filho. A equipe desenvolveu um modelo matemático muito complexo, que leva em conta todas as emissões de carbono geradas na produção pecuária, mas também contabilizou o carbono sequestrado pelas pastagens que fica no solo. A conclusão foi que, se a demanda por carne bovina aumentar, haverá diminuição da emissão de carbono pela pecuária, desde que o desmatamento seja controlado. Ao contrário, se a demanda, e a produção diminuírem, as emissões serão aumentadas.

Última atualização em Ter, 02 de Fevereiro de 2016 10:48
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Consultoria e Assessoria PDF Imprimir E-mail
Ter, 15 de Dezembro de 2015 15:39

Ceres Qualidade atua na área de consultoria a empresas e propriedades rurais que buscam qualidade em seus produtos e processos de produção.

 

 

Atividades desenvolvidas

• Implantação de programas para adequação aos sistemas SIF e SISBI-Suasa.

• Implementação de requisitos de qualidade com foco na certificação de produtos, no setor de leite e carnes (suína e bovina).

• Concepção de documentos para autocontroles em abatedouros, laticínios e processamento de ovos.

• Concepção de projetos para validação de programas de Bem Estar Animal.

• Realização de treinamentos de técnicos e produtores, sensibilização da cadeia por meio de seminários e congressos.

• Concepção de programas de qualidade para o setor de carnes.

• Realização de cursos para profissionais e produtores, presenciais e a distância.

• Consultoria em gestão da qualidade em indústria produtora e processadora de carnes.

• Diagnósticos de atendimentos das normas ISO 17025 e 22.000.

• Implementação e monitoramento de APPCC.

• Concepção de documentos técnicos para processo de avaliação da conformidade, manuais e procedimentos específicos.

• Gerenciamento e monitoramento de programas de qualidade e equipe de campo.

• Elaboração de relatórios técnicos de gestão e dos programas de implementação.

• Revisão e adequação de normas e processos de avaliação da conformidade na pecuária.

 

 

Normas

 

IFS: A norma IFS Food é um padrão reconhecido pela GFSI (Global Food Safety Initiative) para a auditoria dos fabricantes de alimentos. O foco é a segurança alimentar e a qualidade dos processos e produtos. Esta norma aplica-se aos processadores de alimentos, bem como a empresas que empacotam alimentos não embalados.

 

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BRC: A BRC Global Standard For Food Safety foi desenvolvida pelo British Retail Consortium (BRC). A certificação BRC traz reconhecimento aos fornecedores de alimentos, proporcionando confiança aos compradores/ importadores.

BRC

 

 

Última atualização em Ter, 15 de Dezembro de 2015 17:03
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Programa Leite Saudável PDF Imprimir E-mail
Seg, 04 de Janeiro de 2016 13:22

INSTRUÇÃO NORMATIVA 45 MAPA, DE 22-12-2015 (DOU DE 23-12-2015)

 

Mapa disciplina a habilitação ao programa Mais Leite Saudável

Esta Instrução Normativa estabelece procedimentos para habilitação, análise e acompanhamento de projetos de investimento do programa Mais Leite Saudável. A pessoa jurídica beneficiária do programa poderá descontar créditos presumidos em relação à aquisição de leite in natura utilizado como insumo, apurados mediante aplicação de 50% das alíquotas de 1,65% e 7,6% do PIS/Pasep e da Cofins, respectivamente.

 

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A MINISTRA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o disposto na Lei nº 10.925, de 23 de julho de 2004, no Decreto nº 8.533, de 30 de setembro de 2015, e o que consta do Processo nº 70620.001470/2015-63, resolve:

 

Art. 1º Ficam estabelecidos os procedimentos para habilitação, análise e acompanhamento de projetos de investimento do programa Mais Leite Saudável, a serem aprovados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, na forma desta Instrução Normativa.

 

Parágrafo único. Fica aprovado o formulário constante do Anexo desta Instrução Normativa, com a finalidade de padronizar o procedimento de habilitação do projeto de investimento no programa Mais Leite Saudável.

 

Última atualização em Seg, 04 de Janeiro de 2016 13:27
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Pernambuco: suspeita de fraude no leite. PF investiga empresas por usar soda cáustica, urina e água oxigenada em leite PDF Imprimir E-mail
Sex, 04 de Dezembro de 2015 15:52

Produto também teria urina e ácido lático na composição, informa polícia.

Indústrias são de Pedra, Bom Conselho, Belo Jardim e São Bento do Una

 

A Polícia Federal faz buscas na manhã desta sexta-feira (4) em empresas suspeitas de adulterar leite industrial produzido no Agreste de Pernambuco. A ‘Operação Longa Vida’ investiga a fraude em laticínios localizados em Pedra, Bom Conselho, São Bento do Una e Belo Jardim. São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e vários de condução coercitiva.

 

O produto estaria com água em excesso e teria na composição soda cáustica, água oxigenada, urina, álcool etílico, sacarose, ácido lático e a bactéria causadora da meningite (Neisseria meningitidis), segundo a assessoria de imprensa da PF. Além do leite, existe suspeita de contaminação em queijos e manteigas. “A Justiça Federal em Garanhuns, onde o inquérito tramita, não autorizou por ora a divulgação dos nomes das empresas investigadas”, informa a polícia.

 

 

balde

“As investigações começaram em março deste ano quando o Ministério da Agricultura identificou após autuações administrativas vários produtos e seus derivados de leite com suspeita de adulteração, o que também era queixa de vários consumidores que relatavam problemas com os produtos com cheiro e alteração na sua composição”, diz a PF.

 

A polícia também investiga a suspeita de participação de servidores do Ministério da Agricultura. Eles seriam “coniventes com a adulteração do leite promovido por omissão na fiscalização”, segundo a assessoria da polícia. O G1 solicitou uma nota à assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura sobre o susposto envolvimento de servidores.

 

 

 

Fonte: G1.

 

Última atualização em Sex, 04 de Dezembro de 2015 16:10
 
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