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Implantação de autocontrole em indústrias de alimentos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Qui, 28 de Julho de 2016 13:58

A segurança, no que tange à qualidade dos alimentos processados, é de suma importância para que se possa dar garantias quanto à inocuidade em relação à saúde da população. Alcançando essa segurança, torna-se admissível a ampliação do mercado, proporcionando até mesmo galgar espaço para a exportação. Para se conseguir alimentos seguros e de qualidade, diversos fatores estão envolvido: a qualidade da matéria-prima, a arquitetura dos equipamentos e das instalações, as condições higiênicas do ambiente de trabalho, as técnicas de manipulação dos alimentos, a saúde dos funcionários. Assim, há necessidade de serem consideradas todas as ferramentas de qualidade que a legislação disponibiliza para a indústria alimentícia.

 

Ponto muito importante, é a indústria implantar e manter os programas que garantam os controles preventivos e corretivos, de modo a produzir alimentos que estejam em aderência aos requisitos legais pertinentes. Dentro destra premissa, há todo um arcabouço documental exigido pelos órgãos de fiscalização.

De modo geral, as enfermidades e perigos que podem ser veiculados em alimentos são mais impactantes em produtos de origem animal, que possuem características nutricionais muito importante para os humanos e diversos mamíferos. Com isto, os controles também são mais severos nestas cadeias, demandando mais esforções dos envolvidos.

 

Em relação às legislação todas as Indústrias produtoras de alimentos, fundadas antes de 2009, ganharam um prazo de dois anos para se adequarem ao Ofício Circular DILEI/CGI/DIPOA nº. 7, de 11 de Setembro de 2009, denominado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (MAPA) como Programa de Autocontrole (PAC).

 

Última atualização em Qui, 28 de Julho de 2016 14:08
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Roberta Züge fala sobre os benefícios da certificação para produtores de leite PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Qui, 21 de Julho de 2016 11:17

Fonte: Milkpoint

 

 

Quando se fala a respeito de certificação na pecuária leiteira, são comuns as dúvidas dos produtores quanto aos benefícios e os procedimentos que devem seguir antes de adotar um método de certificação.

 

Para falar sobre este assunto, convidamos a especialista Roberta Züge, médica veterinária, que coordenou o projeto de elaboração da norma brasileira de certificação de leite (MAPA/Inmetro). Roberta é consultora na área de certificação de produtos agropecuários, na empresa Ceres Qualidade, membro do Conselho Científico de Agricultura Sustentável, CCAS., instrutora e auditora certificada Globalgap. Além disso, é colunista do MilkPoint - blog Na Mira - e instrutora de um curso on-line sobre o assunto.

 

Confira abaixo a entrevista concedida por Roberta à equipe do MilkPoint:

 

MilkPoint- Qual o primeiro passo para quem quer iniciar um programa de certificação?

 

Roberta Züge- “Num programa de certificação a maior dificuldade, que encontro no campo, é o produtor conseguir interpretar como conseguir comprovar que realmente realiza os requisitos que são solicitados.

 

De modo geral, ele até utiliza as práticas necessárias, mas não consegue evidenciar que as faz cotidianamente. Além disto, o importante é entender o que se deseja com a norma.

 

Existem diferenças entre as normas. Algumas têm foco em bem-estar animal, outras em segurança de alimentos e outras ainda na sustentabilidade social. Deve-se conhecer as demandas e buscar cumprir e evidenciar que os faz.

 

Ponto também de grande importância, é capacitar e manter registros das capacitações dos colaboradores. Este também é um requisito de aspecto legal. Deste modo, além de buscar um diferencial com a aplicação de uma norma, como efeito colateral, há uma maior aderência aos requisitos legais, o que pode ser um tranquilizador para o empregador. ”

 

MP-Quais os principais erros que os produtores costumam cometer quando implementam um programa de certificação?

 

Roberta- “O primeiro é desconhecer o que realmente é demandado. Há um certo medo em relação às normas, talvez existam muitos mitos a serem quebrados ainda.

Outro erro é imaginar que isto é para os grandes!! Na verdade, é muito mais fácil implantar em propriedades menores que possuem menor complexidade que nas maiores, que possuem sistemas maiores, mais funcionários e acabam exigindo mais controles.

 

Existem dificuldades, sim, mudanças de comportamento exigem tempo. E, muitas vezes, as pessoas esperam resultados imediatos. De modo geral, os processos são relativamente lentos, mas os ganhos serão constantes. A implementação das normas não deve ser vista apenas como necessária para um processo de certificação. As normas são um ótimo modelo para gerir também a propriedade. Com facilidades de ter uma referência a ser seguida, uma lista de verificação para buscar quais os deslizes e se têm meios de mitigar os problemas que ocorrem. Os processos permitem que se tenha uma visão geral da propriedade.”

 

MP- No caso de pequenos produtores, vale a pena se certificar?

 

Roberta- “Mais do que certificar, que possibilita um diferencial do produto, os pequenos são os maiores beneficiados nesses processos. A relação é mais próxima e se consegue benefícios mais rápidos, entre eles a segurança do produtor. Pela experiência, vimos que produtores que executavam as atividades de rotina de produção, tiveram ganhos de produtividade bem significativos, somente pela mudança de alguns procedimentos. Os processos de certificação exigem uma sistematização, assim, o produtor acaba conhecendo mais como funciona cada elo da produção, proporcionando meios de mitigar os potenciais problemas. ”

 

MP- São muitas as opções de selos de certificação, como decidir a qual destes processos adequar minha produção?

 

Roberta- “Se não houver uma demanda direta do cliente, ou seja, o laticínio que adquire o leite, o produtor pode selecionar uma que proporcione maiores vantagens dentro da produção, ou que seja uma tendência de mercado. Normas com foco em bem-estar animal estão ganhando visibilidade pelas demandas dos consumidores em terem disponíveis produtos que garantam que os animais foram tratados sem sofrimento e considerando o seu bem-estar.

 

Última atualização em Qui, 21 de Julho de 2016 11:19
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Alimentos saudáveis e salutares para a sociedade e ao meio ambiente PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Qui, 14 de Julho de 2016 16:34

Por

Roberta M. Züge, Medica Veterinária, Mestre e Doutora.

Membro do Conselho Científico de Agricultura Sustentável.

Sócia Ceres Qualidade

 

A Agropecuária sofreu diversas mudanças, notadamente após o final da II Guerra Mundial. A produção de alimentos e fibras demonstrou um incremento grande, pelas novas tecnologias empregadas, mecanização, utilização de insumos químicos, da especialização e algumas políticas para favorecer a maximização da produção. Apesar de estas mudanças terem proporcionado um efeito positivo e até, certa redução de alguns riscos, outros problemas também foram desencadeados como; o esgotamento solo, contaminação das águas, declínio da agricultura familiar, negligência de condições de vida e de emprego para os trabalhadores rurais, aumento dos custos de produção, e a desintegração das condições econômicas e sociais nas comunidades rurais.

 

Para o consumidor, eminentemente das cidades, sanadas as necessidades primárias de volume de produção, quando o acesso aos alimentos, principalmente, as proteínas de origem animal atingiu grande parte da população dos países desenvolvidos e têm chegado à mesa, com frequência, de muitos consumidores de países emergentes, outros requisitos estão sendo solicitados, ou mesmo exigidos, como premissa de comercialização.

 

Última atualização em Qui, 14 de Julho de 2016 16:38
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PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO NA PECUÁRIA LEITEIRA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Ter, 19 de Julho de 2016 10:28

A certificação pode ser definida como um instrumento para as empresas gerenciarem e afiançar a qualidade de seus produtos. Ela serve para informar e garantir aos consumidores que os produtos certificados possuem os atributos procurados, que devem ser entendidos como aqueles que não podem ser visualizados e percebidos externamente e, dependem de mecanismos auxiliares para sua percepção.

 

Considerando a importância da certificação para conquista de consumidores e mercados cada vez mais exigentes, este curso oferecerá aos participantes as normas e procedimento para se adequar em padrões de certificação do leite e impetrar seus selos de certificação, garantindo ao consumidor final competência técnica na produção, credibilidade e reputação de que o produto respeita a legislação nacional e internacional.

 

PARTICIPANDO DESTE CURSO VOCÊ

• Entenderá a sistemática dos processos de avaliação da conformidade identificando as características particulares;

• Conhecerá os processos de certificação do leite referente à Canada Organic, GlobalGap, Humane Farm Animal Care, Naturland e Rainforest Alliance;

• Conhecerá critérios para adequação do leite a estes padrões bem como aquisição do selo de certificação.

 

Acesse o link Certificação

Última atualização em Ter, 19 de Julho de 2016 10:33
 
Palestra sobre as boas práticas na produção leiteira PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Dom, 10 de Julho de 2016 14:14

Fórum das Cadeias Produtivas debateu a bovinocultura de leite, nesta quinta-feira (7 de julho). Entre os temas apresentados estão a produção leiteira, relacionadas às boas práticas agropecuárias. N

 

A veterinária Roberta Mara Züge, da Ceres Qualidade (Paraná), durante a palestra “Boas práticas na produção leiteira”, apresentou uma série de cuidados que os produtores precisam estar atentos, para uma gestão de qualidade. Entre eles, o treinamento dos funcionários; armazenamento correto dos alimentos, remédios e produtos químicos; sensibilização para o uso de EPI; controle de dejetos; e rastreabilidade dos procedimentos.

 

 

Roberta Züge comentou que as técnicas existem, porém, precisam ser aplicadas. “Quando de fala de boas práticas, acaba sempre em mudar hábitos que as pessoas têm dentro das propriedades. Não é fácil mudar hábitos, o que se faz rotineiramente. Preconizamos que as mudanças sejam feitas gradativamente. Entre fazer o certo e o errado a diferença é pequena, agora você ter que refazer, o serviço é bem maior”, destacou.

 

Os conceitos de boas práticas podem ser também acessados pelo curso que será ministrado pelo Milkpoint. Neste, a Dra. Roberta Züge explana sobre os requisitos de BPA que permeiam as normas de processos de certificação de leite.

 

 

Saiba mais no link Certificação de Leite

Última atualização em Dom, 10 de Julho de 2016 14:25
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