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Leite tem que ser leite! PDF Imprimir E-mail
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Qui, 08 de Junho de 2017 09:42

Foi publicado um artigo na revista American Journal of Clinical Nutrition (resumo http://ajcn.nutrition.org/content/early/2017/06/07/ajcn.117.156877.abstract)  evidenciando que crianças com dietas restritas de leite bovino, quando há substituição por alternativas vegetais (soja, amêndoas ou arroz) são ligeiramente menores do que seus pares que bebem leite de vaca. Este estudo evidenciou que a cada copo diário de leite de vaca, substituído por vegetais, diminui 0,4cm em relação à média para a idade da criança.

 

 

Última atualização em Qui, 08 de Junho de 2017 09:44
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Um brinde ao leite PDF Imprimir E-mail
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Sáb, 03 de Junho de 2017 09:42

Dia primeiro de junho foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) como o dia Mundial do Leite.  A comemoração tem como foco reconhecer a importância do leite como um alimento global.

 

Historicamente, acredita-se que os humanos estão tomando leite há mais de 10.000 anos. Considera-se que o leite foi essencial para materializar o desenvolvimento do ser humano. Antes nômades, os humanos precisavam gastar muita energia e tempo, coletando alimentos. Com a domesticação dos animais, e a disponibilidade de proteína de alto valor nutricional houve um grande desenvolvimento, inclusive do cérebro. Órgão bastante dependente de gorduras de origem animal. Além disto, a facilidade de obter o alimento próximo ao local de moradia, permitiu diminuir parte do trabalho diário de conseguir alimentos, que era baseado na caça e coleta. Assim, o ser humano pode se dedicar a outras atividades e tendo tempo para o progresso.

Última atualização em Dom, 04 de Junho de 2017 17:46
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Registro de produtos fitossanitários no Brasil: necessidade de agilização PDF Imprimir E-mail
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Sex, 03 de Fevereiro de 2017 07:49

Por José Otavio Menten, Diretor Financeiro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), Vice-Presidente da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (ABEAS), Eng. Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia, Pós-Doutorados em Manejo de Pragas e Biotecnologia, Professor Associado da ESALQ/USP.

 

O manejo das pragas agrícolas (organismos nocivos às plantas cultivadas que causam 42% de danos à produção) deve sempre seguir o MIP (manejo integrado de pragas), que significa a utilização simultânea ou sequencial de todas as alternativas de controle disponíveis. Entretanto, em quase todos os cultivos, a utilização de produtos fitossanitários é indispensável. Dai a necessidade do mercado oferecer cada vez mais alternativas para o agricultor poder optar por aqueles que ofereçam mais vantagens, seja pela eficiência, relação custo benefício, redução da possibilidade de seleção de linhagens resistentes de pragas, apresentar melhores características ambientais ou toxicológicas etc. Atualmente, além dos produtos fitossanitários químicos ou sintéticos, também estão disponíveis os biológicos: fungos, bactérias, vírus, nematóides, insetos e ácaros que tem ação contra as pragas agrícolas por serem parasitas/parasitóides, predadores, competidores, produzirem metabólitos prejudiciais às pragas, estimularem mecanismos de defesa nas plantas etc. Há ainda os semioquímicos (feromônios e aleloquímicos) e os produtos a base de extratos naturais.

 

Última atualização em Sex, 03 de Fevereiro de 2017 07:50
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A produção animal nos bastidores: muito além de carne e leite PDF Imprimir E-mail
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Sáb, 11 de Fevereiro de 2017 09:08

Esta semana foi publicado um levantamento feito pela World Animal Protection, que identificou quais as empresas estão priorizando o bem-estar animal dentro das produções. A organização faz uma estratificação por níveis, classificando as empresas que mais possuem políticas com maior aderência ao bem-estar animal até aquelas que não estão sensibilizadas. O levantamento foi realizado em âmbito mundial, assim, muitas empresas brasileiras (pelo número muito grande de organizações) não foram contabilizadas. No entanto, alguns grandes nomes do Brasil já figuram no relatório apresentado.

 

Ações como essa são reflexos de uma nova visão do consumidor. Indiscutivelmente, o setor agropecuário sofreu diversas mudanças, notadamente após o final da II Guerra Mundial. A produção de alimentos e fibras demonstrou um incremento grande, pelas novas tecnologias empregadas, mecanização, utilização de insumos químicos, da especialização e algumas políticas para favorecer a maximização da produção. Inegavelmente, apesar de uma distribuição não justa, hoje há muito mais alimentos disponível e mais baratos do que a algumas décadas.

Última atualização em Seg, 13 de Fevereiro de 2017 12:00
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Mulheres no Agro PDF Imprimir E-mail
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Seg, 30 de Janeiro de 2017 09:09

A força da mulher no campo

Por Roberta Züge; membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS); Vice-Presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários do Paraná (SINDIVET); Médica Veterinária Doutora pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP); Sócia da Ceres Qualidade.

 

Em rotina de propriedade leiteira a mulher tem se destacado em alguns setores, ordenha e cuidados de bezerros já são áreas, na produção leiteira, que as mulheres estão dominando. Além disso, em laticínios pequenos, muitas vezes, as mulheres são responsáveis por quase toda a produção: deste a ordenha até o processamento final, passando pelos cuidados de higiene e de qualidade do produto.

 

Antes as mulheres se dedicavam menos ao trabalho na área de produção, ficavam mais com os serviços domésticos, cuidando das crianças e dos afazeres cotidianos da casa. Os eletrodomésticos eram mais raros, poucas residências dispunham de máquinas de lavar roupa, até mesmo de aparelhos refrigeradores, e os filhos eram numerosos.  Atualmente, mesmo em propriedades bem mais simples, a máquina de lavar roupa é um bem quase imprescindível e o número de filhos diminuiu visivelmente. Os refrigeradores são sempre encontrados e muitas casas contam com potentes freezers.  Assim, com algumas facilidades chegando às moradias do campo e menos crianças para cuidar, as mulheres começaram a assumir mais (pois, sempre trabalharam) áreas que eram quase exclusivas dos homens: foram imprimindo, nas práticas de ordenha, os conhecimentos de higiene, que realizam na cozinha de casa, e cuidados com recém-nascidos, da experiência dos filhos, aos bezerros. Práticas que os homens não tinham (muitos ainda não têm) muita intimidade.

 

Com isto, a ampliação da mulher na rotina de ordenha e cuidados de bezerro se consolidaram. Há propriedades que contratam especificamente mulheres para estes setores, pois perceberam ganhos sólidos na produtividade e na qualidade do leite.

Na Galícia, Espanha, as mulheres do campo se uniram e formaram a Federação das Associações de Mulheres Rurais em Galicia (Fademur). Esta organização tem dado voz a mulheres que atuam no setor, que sempre são relegadas ao papel secundário. As mulheres atuam, mas seus nomes não constam nos documentos e registros que constam a produção. Com isto, a Federação pretende reverter essa divisão de papéis, que foi fomentado num cenário de sexismo e transformá-lo em uma oportunidade para o progresso da pecuária, da região e vizinhança.

 

A Fademur (http://www.fademurgalicia.es/) tem como premissa a luta pela igualdade e progresso de mulheres do meio rural, com igualdade no trabalho nas propriedades, assim como as demais atividades industriais e de serviços. Atualmente é composta por 40 associadas; mulheres do meio rural. Dando continuidade à busca do reconhecimento da mulher no campo, a Fademur lançou a primeira marca de leite de gestão 100% feminina.

 

Além do apelo de ser produzido por mulheres, a marca prioriza a economia rural de proximidade, permitindo a redução da pegada de carbono, promove a capacitação das mulheres rurais, por meio da independência econômica e, naturalmente, o compromisso de produtos de alta qualidade.

 

A ideia surpreendeu positivamente e logo deve aportar também do outro lado do Atlântico. Aqui há muitas mulheres responsáveis pela produção, da ordenha ao processamento, mas, quase sempre o nome do queijo, ou produto, leva o mesmo do esposo, assim como os créditos pela produção. Muitas, inclusive, têm dificuldades para comprovar o trabalho na área rural, todas as notas, rebanhos, serviços, etc. e, principalmente, pagamentos, são no nome do marido. Que venha muito leite, continue branco e possa representar mais igualdade também na área rural.

Última atualização em Seg, 30 de Janeiro de 2017 09:11
 
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