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Publicação de novas normas da produção integrada. PI Brasil PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Ter, 08 de Novembro de 2016 18:46

Amanhã, dia 09 de novembro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anuncia por meio do Plano Agro+, a edição de instrução normativa com as Normas Técnicas Específicas (NTE) para mais 13 culturas agrícolas. Com isso, os agricultores poderão aderir, de modo voluntário, às NTE, passando a cultivar de acordo com a Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil), voltada à sustentabilidade.

 

A Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) está focada na adequação de sistemas produtivos para geração de alimentos e outros produtos agropecuários de alta qualidade e seguros, mediante a aplicação de recursos naturais e regulação de mecanismos para a substituição de insumos poluentes, garantindo a sustentabilidade e viabilizando a rastreabilidade da produção agropecuária.

Última atualização em Ter, 08 de Novembro de 2016 18:48
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Produção integrada de suínos garante qualidade ao consumidor PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Sex, 28 de Outubro de 2016 14:06

A cadeia da suinocultura revolucionou os sistemas de produção nos últimos anos. Antes a carne de porco era bastante valorizada pela sua gordura, pois era um meio eficiente de conservação, quando o resfriamento não era uma realidade em quase todas as residências. Hoje, após o uso do melhoramento genético, a carne suína possui um teor de gordura bem menor, e passou a ser vista como proteína de qualidade.

 

Segundo Roberta Züge, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e médica veterinária da Ceres Qualidade Consultoria e Assessoria, essa transformação aconteceu ao longo dos anos. A demanda veio do próprio consumidor, que mudou os hábitos alimentares, até pela mudança do comportamento. Antes, o sedentarismo não era uma premissa. A população tinha uma demanda energética maior. Hoje precisamos de alimentos que nutram, mas não disponham de tantas calorias. Com isto, as entidades ligadas ao setor, desde pesquisa até organismos de classe, buscaram adequar a produção à demanda do mercado.

 

Última atualização em Sex, 28 de Outubro de 2016 14:11
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Implantação de autocontrole em indústrias de alimentos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Qui, 28 de Julho de 2016 13:58

A segurança, no que tange à qualidade dos alimentos processados, é de suma importância para que se possa dar garantias quanto à inocuidade em relação à saúde da população. Alcançando essa segurança, torna-se admissível a ampliação do mercado, proporcionando até mesmo galgar espaço para a exportação. Para se conseguir alimentos seguros e de qualidade, diversos fatores estão envolvido: a qualidade da matéria-prima, a arquitetura dos equipamentos e das instalações, as condições higiênicas do ambiente de trabalho, as técnicas de manipulação dos alimentos, a saúde dos funcionários. Assim, há necessidade de serem consideradas todas as ferramentas de qualidade que a legislação disponibiliza para a indústria alimentícia.

 

Ponto muito importante, é a indústria implantar e manter os programas que garantam os controles preventivos e corretivos, de modo a produzir alimentos que estejam em aderência aos requisitos legais pertinentes. Dentro destra premissa, há todo um arcabouço documental exigido pelos órgãos de fiscalização.

De modo geral, as enfermidades e perigos que podem ser veiculados em alimentos são mais impactantes em produtos de origem animal, que possuem características nutricionais muito importante para os humanos e diversos mamíferos. Com isto, os controles também são mais severos nestas cadeias, demandando mais esforções dos envolvidos.

 

Em relação às legislação todas as Indústrias produtoras de alimentos, fundadas antes de 2009, ganharam um prazo de dois anos para se adequarem ao Ofício Circular DILEI/CGI/DIPOA nº. 7, de 11 de Setembro de 2009, denominado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (MAPA) como Programa de Autocontrole (PAC).

 

Última atualização em Qui, 28 de Julho de 2016 14:08
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McDonald's pretende aumentar controle sobre carnes PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Ter, 13 de Setembro de 2016 10:31

A Arcos Dorados, empresa que administra a marca McDonald’s em 20 países da América Latina, divulgou o seu Relatório de Sustentabilidade e Impacto Social. O documento foi apresentado simultaneamente nos 20 países onde a empresa atua.

 

O relatório mostra o progresso da Arcos Dorados no último ano em relação aos desafios e objetivos para se tornar uma empresa cada vez mais sustentável e baseia-se em 5 pilares: Pessoas, Comunidade, Fornecedores, Produto e Planeta.

 

"Sustentabilidade é mais do que cumprir metas. É encontrar em tudo o que fazemos uma forma de minimizar os impactos no planeta. Algumas de nossas ações para alcançar esse objetivo são ter um café 100% sustentável nos diferentes mercados e trabalhar em conjunto com grupos de pecuária sustentável para ter uma carne 100% verificada. Hoje, também temos restaurantes com certificação LEED e em alguns mercados, como no Brasil, nossas embalagens são 100% certificadas”, afirma Sérgio Alonso, CEO da Arcos Dorados.

 

"O primeiro passo para ser uma empresa sustentável é ter um negócio que ofereça oportunidades para todos os seus empregados. Nós desenvolvemos programas para que todos os nossos funcionários da região tenham acesso a perspectivas de formação e de crescimento", acrescenta Alonso.

Última atualização em Ter, 13 de Setembro de 2016 10:46
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Roberta Züge fala sobre os benefícios da certificação para produtores de leite PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Qui, 21 de Julho de 2016 11:17

Fonte: Milkpoint

 

 

Quando se fala a respeito de certificação na pecuária leiteira, são comuns as dúvidas dos produtores quanto aos benefícios e os procedimentos que devem seguir antes de adotar um método de certificação.

 

Para falar sobre este assunto, convidamos a especialista Roberta Züge, médica veterinária, que coordenou o projeto de elaboração da norma brasileira de certificação de leite (MAPA/Inmetro). Roberta é consultora na área de certificação de produtos agropecuários, na empresa Ceres Qualidade, membro do Conselho Científico de Agricultura Sustentável, CCAS., instrutora e auditora certificada Globalgap. Além disso, é colunista do MilkPoint - blog Na Mira - e instrutora de um curso on-line sobre o assunto.

 

Confira abaixo a entrevista concedida por Roberta à equipe do MilkPoint:

 

MilkPoint- Qual o primeiro passo para quem quer iniciar um programa de certificação?

 

Roberta Züge- “Num programa de certificação a maior dificuldade, que encontro no campo, é o produtor conseguir interpretar como conseguir comprovar que realmente realiza os requisitos que são solicitados.

 

De modo geral, ele até utiliza as práticas necessárias, mas não consegue evidenciar que as faz cotidianamente. Além disto, o importante é entender o que se deseja com a norma.

 

Existem diferenças entre as normas. Algumas têm foco em bem-estar animal, outras em segurança de alimentos e outras ainda na sustentabilidade social. Deve-se conhecer as demandas e buscar cumprir e evidenciar que os faz.

 

Ponto também de grande importância, é capacitar e manter registros das capacitações dos colaboradores. Este também é um requisito de aspecto legal. Deste modo, além de buscar um diferencial com a aplicação de uma norma, como efeito colateral, há uma maior aderência aos requisitos legais, o que pode ser um tranquilizador para o empregador. ”

 

MP-Quais os principais erros que os produtores costumam cometer quando implementam um programa de certificação?

 

Roberta- “O primeiro é desconhecer o que realmente é demandado. Há um certo medo em relação às normas, talvez existam muitos mitos a serem quebrados ainda.

Outro erro é imaginar que isto é para os grandes!! Na verdade, é muito mais fácil implantar em propriedades menores que possuem menor complexidade que nas maiores, que possuem sistemas maiores, mais funcionários e acabam exigindo mais controles.

 

Existem dificuldades, sim, mudanças de comportamento exigem tempo. E, muitas vezes, as pessoas esperam resultados imediatos. De modo geral, os processos são relativamente lentos, mas os ganhos serão constantes. A implementação das normas não deve ser vista apenas como necessária para um processo de certificação. As normas são um ótimo modelo para gerir também a propriedade. Com facilidades de ter uma referência a ser seguida, uma lista de verificação para buscar quais os deslizes e se têm meios de mitigar os problemas que ocorrem. Os processos permitem que se tenha uma visão geral da propriedade.”

 

MP- No caso de pequenos produtores, vale a pena se certificar?

 

Roberta- “Mais do que certificar, que possibilita um diferencial do produto, os pequenos são os maiores beneficiados nesses processos. A relação é mais próxima e se consegue benefícios mais rápidos, entre eles a segurança do produtor. Pela experiência, vimos que produtores que executavam as atividades de rotina de produção, tiveram ganhos de produtividade bem significativos, somente pela mudança de alguns procedimentos. Os processos de certificação exigem uma sistematização, assim, o produtor acaba conhecendo mais como funciona cada elo da produção, proporcionando meios de mitigar os potenciais problemas. ”

 

MP- São muitas as opções de selos de certificação, como decidir a qual destes processos adequar minha produção?

 

Roberta- “Se não houver uma demanda direta do cliente, ou seja, o laticínio que adquire o leite, o produtor pode selecionar uma que proporcione maiores vantagens dentro da produção, ou que seja uma tendência de mercado. Normas com foco em bem-estar animal estão ganhando visibilidade pelas demandas dos consumidores em terem disponíveis produtos que garantam que os animais foram tratados sem sofrimento e considerando o seu bem-estar.

 

Última atualização em Qui, 21 de Julho de 2016 11:19
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